sábado, 1 de julho de 2017

Como manter a paixão intensa durante a vida toda !

O amor não dura para muitas pessoas. Estudos observam o declínio da satisfação em relacionamentos amorosos, especificamente na paixão. Normalmente, este declínio começa após o casamento e pode continuar por anos. Mas calma, há esperança. Muitos casais que estão juntos há anos conseguem manter o amor e até a paixão.
Em 2011 um questionário foi aplicado nos Estados Unidos, pedindo que os participantes dessem uma nota ao seu relacionamento, de 0 a 7. A nota mais baixa significava “não estou apaixonado de jeito nenhum” e a nota mais alta, “apaixonado intensamente”. Para a surpresa do autor do estudo, Daniel O’Leary, mais de 40% das pessoas casadas há mais de 10 anos selecionaram “apaixonado intensamente”.
Outro estudo impressionante é uma ressonância magnética conduzida pela pesquisadora Bianca Acevedo, também em 2011. Neste trabalho, apenas casais que estavam casados há mais de 10 anos e que se diziam intensamente apaixonados participaram. Eles viram fotografias do parceiro e de uma pessoa conhecida, mas neutra. O resultado foi que ao olhar para o parceiro, o sistema de recompensa do cérebro foi acionado. A única diferença entre os participantes e pessoas que são recém-apaixonadas é que o último grupo também mostra uma ativação na região do cérebro associada com ansiedade.
Em outras palavras, os casais que conseguiram manter a paixão liberam dopamina mas não sentem ansiedade. Tem coisa melhor?
Mas o que torna o amor passional possível depois de tantos anos? Diferentes estudos apontaram pontos em comum:
  • Não estar sob grande pressão, como problemas financeiros ou de segurança física;
  • Não ter depressão, ansiedade ou insegurança em altos níveis;
  • Ter boas habilidades de comunicação e conseguir lidar bem com conflitos;
  • Ter ajuda de parentes, especialmente na época em que os filhos são pequenos.
Além disso, há alguns hábitos que melhoram a qualidade do relacionamento:
  • Fazer coisas junto com o parceiro que são novidade ou desafio;
  • Celebrar o sucesso do parceiro;
  • Expressar agradecimento pelo o que o parceiro faz por você;
  • Aprofundar amizades com outros casais.
Os pesquisadores especializados nesta área, como Arthur Aron da Universidade Stony Brook (EUA), não sabem se todos os casais são capazes de manter a chama do amor acesa por vários anos. “Mas sabemos que alguns conseguem, e sabemos bastante sobre o que você pode fazer para tornar seu relacionamento forte e aumentar a paixão. Então não deduza que é normal não estar em um relacionamento ótimo – faça alguma coisa em relação a isso!”, diz ele em artigo publicado na revista Time

Fonte: http://hypescience.com/como-manter-paixao-intensa-durante-vida-toda-estudo/

Estas 6 perguntas dizem quais as probabilidades do seu relacionamento durar !

Uma empresa de inteligência artificial chamada DataRobot construiu uma ferramenta que faz seis perguntas sobre seu relacionamento, prevendo em seguida suas chances de continuar junto com o seu parceiro nos próximos dois anos.
Ou seja, é uma máquina que diz se o seu relacionamento vai durar, ou se está fadado ao fracasso. Se realmente funciona ou não, é uma questão difícil de responder. Mas o programa foi criado com a ajuda da ciência: as perguntas feitas são baseadas em dados coletados por uma pesquisa da Universidade de Stanford, nos EUA.

Como funciona

O questionário é baseado em um estudo de 2009 com cerca de 4.000 americanos, chamado “How Couples Meet and Stay Together” (ou “Como Casais se Conhecem e Permanecem Juntos”).
Os cientistas de Stanford fizeram pesquisas de acompanhamento para ver quantos casais ainda estavam juntos depois de alguns anos, e tornaram os dados publicamente disponíveis.
O DataRobot envolve modelagem preditiva, ou seja, ele usa dados para prever resultados. A empresa pegou as informações disponíveis e criou um modelo que supostamente prevê resultados de relacionamentos.
Segundo Greg Michaelson, diretor do DataRobot Labs, haviam 150 variáveis nos dados que indicavam se um casal era propenso a ficar junto ou não. Mas a empresa resumiu essas variáveis em seis perguntas que não fossem intrusivas, de forma que as pessoas se sentissem confortáveis as respondendo. Por exemplo, o questionário não pergunta diretamente se você mora com seu parceiro, mesmo que isso seja um fator na probabilidade de o relacionamento durar.

As perguntas
A primeira pergunta é a seguinte: “Qual é o seu status de relacionamento?”. As respostas possíveis são: “Nunca fui casado(a)”, “Morando com o(a) parceiro(a)”, “Casado(a)”, “Divorciado(a)”, “Separado(a)”, “Viúvo(a)”. A informação dada é a seguinte: “Casais casados são mais propensos a ficar juntos”.
A segunda pergunta tem a ver com o nível educacional seu e do seu parceiro. “Qual é o seu maior nível de educação completo?”, com as seguintes possíveis respostas: “Bacharelado ou acima”, “Faculdade ou tecnólogo completo” (observação: aqui, a questão em inglês diferencia entre fazer uma Universidade e fazer uma Faculdade), “Ensino médio ou supletivo completo”, “Ensino médio incompleto ou abaixo”. A informação oferecida junto com essa questão é que as pessoas que terminaram o ensino médio e fizeram faculdade são mais propensas a ficar juntas.
A terceira pergunta envolve as idades das pessoas no relacionamento. Você precisa colocar a sua e a de seu parceiro. A informação dada é que casais com maiores diferenças de idade são menos propensos a ficar juntos.
A quarta pergunta é “Há quanto tempo vocês estão juntos?”. É preciso colocar essa informação em meses ou anos. Aqui, as pessoas são mais propensas a ficar juntas se estiverem namorando há mais tempo.
A quinta pergunta é “Quantas crianças com idade entre 2 e 5 anos moram com você?”. Ter filhos é má notícia: crianças pré-escolares podem trazer muito estresse para um relacionamento. Conforme elas crescem, no entanto, fica mais fácil se manter conectado com seu parceiro.
A última pergunta é a mais curiosa: “Quantos parentes diferentes você vê a cada mês?”. A informação que a acompanha é a seguinte: casais que costumam ter contato com mais parentes tendem a ficar juntos.

Faça o teste

Uma repórter do portal Business Insider fez o teste. Suas respostas foram as seguintes: ela e seu parceiro nunca foram casados, ambos possuem título de bacharelado, estão juntos há um ano e um mês, ela tem 30 anos e ele 34, ela não mora com crianças, e vê cerca de 4 parentes diferentes por mês.
O resultado? Ela e seu amor têm uma probabilidade de 79,9% de ficar juntos por mais dois anos.
Se você é uma das várias pessoas que odeiam a ideia de uma máquina sendo usada para prever vidas pessoais, Michaelson afirma: “Eu entendo perfeitamente. Nós mantivemos esse tipo de coisa em mente quando estávamos escolhendo as perguntas. Outra coisa – nós não estamos fazendo nada extravagante, apenas deixando os dados falarem por si mesmos”.
Se você quiser fazer o teste, é só clicar aqui. As perguntas estão em inglês.

Fonte: http://hypescience.com/este-site-diz-quanto-tempo-seu-relacionamento-vai-durar/

 

sexta-feira, 30 de junho de 2017

15 minutos de abraços na cama podem melhorar radicalmente seu relacionamento !

Quando alguém pensa em apimentar o relacionamento ou melhorar a intimidade do casal, logo imagina pétalas de rosas, velas e jantares românticos. Um estudo revela, porém, que talvez seja mais interessante investir no pós-coito do que nas preliminares.
Ficar juntinhos na cama por cerca de 15 minutos ajuda muito no relacionamento segundo pesquisa da Universidade de Toronto Mississauga, publicana na revista Archives of Sexual Behaviour. O melhor de tudo é que o resultado é observado independentemente da frequência do sexo, mas parece funcionar melhor em casais com filhos em relação aos sem filhos.
A pesquisadora Amy Muise estudou os efeitos do comportamento pós-coito em casais monogâmicos e descobriu que o que o par faz logo após o sexo tem um grande impacto sobre como eles se sentem em relação à satisfação sexual com o parceiro.
“Quando as pessoas pensam em sexo, elas tendem a focar no coito ou no orgasmo. Essa pesquisa sugere que outros aspectos afetivos do sexo são importantes para a satisfação sexual”, explica ela.
Muise testou a relação entre comportamento afetivo pós-sexo como beijos, carinhos e conversa amorosa com a satisfação sexual. O estudo foi dividido em duas fases: na primeira coletou informações de uma pesquisa online com 355 pessoas, enquanto na segunda aplicou questionários por 21 dias em 101 casais.
Na fase online, os participantes relataram ter comportamento afetivo por cerca de 15 minutos depois do sexo. A pesquisa mostrou que casais que passavam mais tempo juntos relataram ter maior satisfação sobre sua vida sexual e melhor relacionamento com o parceiro. Na segunda fase, casais eram orientados a se abraçar por mais tempo do que o seria normal, e três meses depois relataram sentir níveis mais altos de satisfação.
“Pais normalmente têm menos tempo para sexo e romance. O tempo passado se abraçando depois do sexo mostrou um maior impacto nos relacionamentos do que nos não-pais. É possível que o tempo de conexão depois do sexo seja mais importante para casais que têm problema de falta de tempo para conexão íntima”, diz ela.  

Fonte: http://hypescience.com/15-minutinhos-de-abracos-na-cama-podem-melhorar-radicalmente-seu-relacionamento/

terça-feira, 2 de maio de 2017

A mulher que come homens !

A novela Viver a Vida chegou ao fim sem desenvolver um de seus personagens mais instigantes: Alice, interpretada por Maria Luísa Mendonça. Claramente inspirada em Samantha, personagem de Kim Cattrall na série Sex and The City, Alice é a mulher loira, experiente, aparentemente bem resolvida, que come. Sim, ela come os homens.
Fissurada em sexo, aventuras e no desbravamentos da genitália masculina, Alice tem comportamento de homem em corpo de mulher, igualzinho ao de Samantha de Sex and The City. É a mulher-comedora. Não importa muito se o parceiro é casado, solteiro, ou se tem noiva ou namorada: "É só sexo", explica. Pode até haver uma ou duas repetições. Nada muito fixo. Tem alergia a compromisso. Não quer filhos. Quer aproveitar a vida ao máximo, e isso significa fazer muito sexo com muitos homens diferentes. A libido é alta e constante por décadas, suficiente para passar por cima até da menopausa.
A velhice dessas mulheres ainda não foi muito explorada pela teledramaturgia. Talvez o livro A Casa dos Budas Ditosos, de João Ubaldo Ribeiro, seja a ficção mais próxima – a protagonista sexagenária encerra a vida exatamente como a viveu: pagando por garotos de programa para dar-lhe prazer.
Sem dúvidas, passar a vida sem os dilemas femininos é uma construção pós-queima dos sutiãs. Olhando de fora, parecia mais fácil para a mulher assumir papéis sociais iguais aos dos homens do que encarar a vocação biológica ou, segundo os estóicos gregos, natural da fêmea: ser mãe, esposa, acolhedora, em busca de um macho para fecundar seu óvulo e proteger sua cria.

O arquétipo da mulher-comedora (elas são mesmo desencanadas?) 

É claro que o movimento feminista não trata de igualar a mulher ao homem, mas sim viabilizar-lhe escolhas. O que ocorre é que, hoje, o sofrimento da mulher conta outra história.
Falaram que ela podia ter carreira bem sucedida, voz ativa no lar, decidir os rumos da sua vida e aproveitá-la sexualmente. Racionalmente, tudo isso é possível, mas seu corpo ainda dá alertas para ir além e dar um jeito de ser mãe, esposa, acolhedora, saindo em busca de um macho para fecundar seu precioso óvulo e proteger sua cria.
Deu no que deu: vira e mexe, bares e boates estão cheios de mulheres se esforçando para serem Samanthas ou Alices. Bonitas, elas passam uma imagem de serem fortes, desencanadas, do tipo "vou pra cama, você me faz gozar (gozo fácil, ok?) e vou embora numa boa, sem a menor questão de ficar com seu número de telefone".
Por trás da maioria dessas mulheres, existe realmente a mulher em si. Diferente do arquétipo construído em cima das conquistas femininas, a mulher está longe de ser ou querer ser essa criatura desencanada vista na TV e na publicidade. O motivo para não sê-lo é muito anterior à cultura: faz parte da própria formação da psique feminina.
A formação do corpo sexual da mulher

Segundo Sigmund Freud (Totem e Tabu, 1913) e Anthony Giddens (A Transformação da Sexualidade, 2004), a formação do corpo sexual da mulher e do homem ocorre de formas diferentes.
O homem tem o pênis. Quando criança, descobre que tem um falo e, na primeira vez que vê sua mãe ou uma menina pelada, sofre um choque: parece que o outro ser está aleijado, capado, podendo ser, muitas vezes, até mesmo subjugado pelo menino. A concentração da cisma masculina no falo tende a ficar ainda maior. Órgão sexual exógeno, passa a ser tocado e, ainda criança, o homem percebe que o falo é a sua grande fonte de prazer. Sua psique passa a querer explorar aquilo que a mulher não tem e, na grande fantasia masculina, dar a ela seu pênis é poder ser o super-homem que aplicará prazer àquele ser inferior.
Com a mulher, ocorre de forma diferente. A menina, na infância, também entende que não tem algo que o homem tem. E, como seu órgão sexual é interno e seu clitóris ainda está menos desenvolvido, constrói sua sexualidade de outra forma. Enquanto o homem mantém a concentração no falo e cresce achando que o pênis é a grande fonte de prazer, a mulher forma zonas erógenas diluídas por todo o corpo, como por exemplo nos seios, nas virilhas ou no pescoço. Simplesmente porque, na infância, sublimou a canalização da libido para o falo que não possuía.
Giddens nos lembra que a sensação de poder que o falo provoca no homem deixa suas fantasias sexuais muito simplistas. Repare em quadrinhos eróticos e nas pornografias direcionadas ao público masculino: sempre retratam a mulher pirando no pênis, delirando pela genitália do parceiro. Junte isso à construção do arquétipo da mulher comedora e – pronto! – está inventada a mentira sexual pós-moderna.
Pode chegar a ser frustrante para o homem entender que sua parceira está mais preocupada com o jeito que ele a toca e a faz ter um orgasmo do que com seu pênis em si. Não que o pênis não seja uma fonte de prazer. Mas, definitiva e geralmente, para a mulher, ele não pode ser a única se ela quiser ter um orgasmo. É por isso que elas gostam tanto das tais preliminares.

Homem com homem, mulher com mulher

Avançando no tempo, talvez Freud não tivesse tido como comprovar o que, certamente, Giddens e todos nós já presenciamos. Se você tem casais de amigos gays ou lésbicas, repare em duas coisas.
Nos gays, na tensão sexual constante que existe entre os dois, manifestada em brincadeiras de dar soquinhos, de falar besteira e de, inclusive, comentar sobre o pênis de outros homens. Eles estão sendo o que sempre foram: homens, com psique tipicamente masculina, de seres sexualmente vorazes. Nos casais de mulheres, a situação também remete à infância: repare no carinho que uma tem pela outra, na duração das relações (que tendem a ser mais longas) e no cuidado que existe entre as duas. Elas estão sendo 100% o que nasceram para ser: mulheres.
A moral da história é que até existe sim essa mulher tipo homem, que está mais focada no prazer concentrado no clitóris do que nas preliminares, que valoriza mais o trabalho, a vida social e a rotatividade de homens em sua cama do que o envolvimento afetivo, e que quer ampliar ao máximo a lista de caras com quem já esteve.
Ela pode sim estar por trás daquela loira linda que está aos berros na pista, bebendo, sacudindo o cabelo, rindo alto e despreocupada com o futuro a médio prazo. Ou pode ser somente uma ferramenta dela para atrair os homens, que vão pensar "Essa aí é desencanada" para, depois, ela dar o bote com seu objetivo natural e final.

Paquera no aeroporto

Depois dessa breve desmitificação do arquétipo da mulher-comedora, em minha última viagem ao Rio, encontro um camarada celebridade em Congonhas. Dentro do ônibus que leva passageiros para a aeronave na pista, eu avisava um outro amigo por telefone que tive de correr para o embarcar. Enquanto isso, o outro trocava ideia com uma mulher loira e linda.
Descemos. A loira deu tchau para ele porque embarcaria pela parte de trás do avião. Nós subíamos lentamente a escada da frente. Ele, digitando no celular, vira pra mim e fala: "Putz, a mulher chegou em mim, me passou o telefone... Estou aqui anotando e agora não lembro o nome dela... Como é que eu vou ligar?! Fail!".

Fonte: https://papodehomem.com.br/a-mulher-que-come-homens/

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

13 sinais científicos de que você está apaixonado !

Não consegue tirar aquela garota ou aquele cara da sua cabeça? Está sonhando acordado com a pessoa quando você deveria na verdade estar trabalhando ou fazendo alguma outra tarefa que parece não ter mais sentido? Não para de imaginar o seu futuro com aquela outra pessoa? Já planejou onde vocês vão morar, quantos filhos vão ter, para onde vão viajar nas férias e o nome dos dois cachorros que vocês vão ter? Talvez você ainda não tenha certeza, mas esses pensamentos vertiginosos podem ser sinais de amor.
Na verdade, os cientistas já apontaram exatamente o que significa “apaixonar-se”, e é algo bastante específico. Os pesquisadores descobriram que um cérebro apaixonado é muito diferente, por exemplo, de um que está experimentando apenas desejo sexual, e também é diferente de um cérebro de alguém em um relacionamento de longo prazo, comprometido há muito mais tempo. Estudos conduzidos por Helen Fisher, antropóloga da Universidade Rutgers, nos EUA, e uma das principais especialistas nas bases biológicas do amor, revelaram que a fase “apaixonada” do cérebro é um período de tempo único e bem definido, e há 13 sinais indicadores de que você está nele.

13 – “Este aqui é especial”

Quando você está apaixonado, você começa a pensar que a pessoa amada é única. A crença é acoplada com uma inabilidade de sentir a paixão romântica por qualquer outra pessoa. Fisher e seus colegas acreditam que essa obstinação resulta de níveis elevados de dopamina central – um químico envolvido na atenção e no foco – em seu cérebro.

12 – “Ela é perfeita!”

As pessoas que estão verdadeiramente apaixonadas tendem a se concentrar nas qualidades positivas da pessoa amada, enquanto negligenciam seus traços negativos e seus defeitos. Pessoas apaixonadas também se concentram em eventos triviais e objetos que as lembram de seu ente querido, sonhando com esses preciosos pequenos momentos e lembranças. Acredita-se que esta atenção focada também resulta de níveis elevados de dopamina central, bem como um pico de norepinefrina central, um produto químico associado com o aumento da memória na presença de novos estímulos.

11 – “Eu estou uma bagunça emocional!”

Como é bem sabido, apaixonar-se muitas vezes leva a uma instabilidade emocional e fisiológica nas pessoas. Você alterna entre alegria, euforia, aumento da energia, insônia, perda de apetite, tremores, coração acelerado e respiração acelerada, bem como ansiedade, pânico e sentimentos de desespero quando seu relacionamento sofre até o menor revés. Essas mudanças de humor são paralelas ao comportamento dos toxicodependentes. E, de fato, quando as pessoas apaixonadas visualizam fotos de seus entes queridos, têm as mesmas regiões do cérebro ativadas que um viciado em drogas quando toma uma dose. Estar apaixonado, dizem os pesquisadores, é uma forma de dependência.

10 – “A adversidade tornou-nos mais próximos”

Passar por algum tipo de adversidade com outra pessoa tende a intensificar a atração romântica. A dopamina central pode ser responsável por esta reação, também, porque as pesquisas mostram que quando uma recompensa é atrasada, os neurônios na região do meio do cérebro que produzem dopamina tornam-se mais produtivos.

9 – “Estou obcecado por ele”

As pessoas que estão apaixonadas relatam que gastam, em média, mais de 85% de suas horas acordadas pensando sobre seu “objeto de amor”, de acordo com Fisher. O pensamento intrusivo, como esta forma de comportamento obsessivo é chamada, pode ser resultado da diminuição dos níveis de serotonina central no cérebro, uma condição que já sido associada com o comportamento obsessivo anteriormente.

8 – “Eu queria que pudéssemos estar juntos o tempo todo”

As pessoas apaixonadas regularmente exibem sinais de dependência emocional em seu relacionamento, incluindo possessividade, ciúme, medo de rejeição e ansiedade pela possibilidade de separação. Por exemplo, Fisher e seus colegas observaram os cérebros de indivíduos que visualizavam fotos de um ser amado rejeitado, ou alguém com quem ainda estavam apaixonados depois de terem sido rejeitados por aquela pessoa. A ressonância magnética funcional (fMRI) mostrou ativação em várias áreas cerebrais, incluindo áreas do prosencéfalo, como o giro cingulado, que já demonstraram desempenhar um papel nos desejos de cocaína. “A ativação de áreas envolvidas na dependência de cocaína pode ajudar a explicar os comportamentos obsessivos associados à rejeição no amor”, escreveram os pesquisadores em 2010 no Journal of Neurophysiology.

7 – “Espero que fiquemos juntos para sempre”

Pessoas apaixonadas também anseiam pela união emocional com a pessoa amada, procurando maneiras de se aproximar e sonhar com seu futuro juntos. Outra especialista em amor, Lucy Brown, neurocientista da Faculdade de Medicina Albert Einstein, em Nova York, diz que esse desejo de estar com outra pessoa é algo como o nosso impulso para conseguir água e outras coisas que precisamos para sobreviver.
“Estudos funcionais de ressonância magnética mostram que os sistemas neurais primitivos subjacentes ao impulso, reconhecimento de recompensa e euforia são ativos em quase todos nós quando olhamos para o rosto de pessoas amadas e temos pensamentos amorosos. Isso coloca o amor romântico na companhia de sistemas de sobrevivência, como quando nós estamos com fome ou com sede”, disse Brown ao site Live Science em 2011.”Eu penso no amor romântico como parte da estratégia de reprodução humana. Ele nos ajuda a formar laços, que nos ajudam a sobreviver. Fomos construídos para experimentar a magia do amor e para sermos conduzidos para o outro”.

6 – “Eu faria qualquer coisa por ela”

As pessoas que estão apaixonadas geralmente sentem um poderoso sentimento de empatia em relação à pessoa amada, sentindo a dor da outra pessoa como sua e estando dispostos a sacrificar qualquer coisa pela outra pessoa.

5 – “Será que ele gostaria dessa roupa?”

Apaixonar-se é um processo marcado por uma tendência de reordenar as suas prioridades diárias e / ou mudar suas roupas, maneirismos, hábitos ou valores para que eles melhor se alinhem com os da pessoa amada.
Ainda assim, ser você mesmo pode ser sua melhor aposta: em outro dos estudos de Fisher, apresentado em 2013, ela descobriu que as pessoas são atraídas por seus opostos – pelo menos seus opostos “cérebro-químicos”. Por exemplo, sua pesquisa descobriu que as pessoas com personalidades denominadas testosterona-dominante (altamente analíticas, competitivas e emocionalmente contidas) foram muitas vezes atraídas para companheiros com personalidades ligadas a altos níveis de estrogênio e oxitocina – estes indivíduos tendiam a ser “empáticos, confiantes, sociáveis e introspectivos, buscando significado e identidade”, disse Fisher em 2013.

4- “Podemos ser exclusivos?”

Aqueles que estão profundamente apaixonados normalmente experimentam desejo sexual pela pessoa amada, mas há fortes fatores emocionais envolvidos: o desejo de sexo é acoplado com possessividade, um desejo de exclusividade sexual e extremo ciúme quando o parceiro é suspeito de infidelidade. Acredita-se que esta possessividade tenha evoluído de modo que uma pessoa apaixonada obrigue seu parceiro a desprezar outros pretendentes, garantindo assim que o envolvimento do casal não seja interrompido até que a concepção dos filhos tenha ocorrido, garantindo assim a reprodução da espécie.

3 – “Não é sobre sexo”

Enquanto o desejo de união sexual é importante para as pessoas apaixonadas, o desejo de união emocional tem precedência. Um estudo descobriu que 64% das pessoas apaixonadas (a mesma porcentagem para ambos os sexos) discordavam da afirmação: “O sexo é a parte mais importante do meu relacionamento com meu parceiro”.

2 – “Sinto-me fora de controle”

Fisher e seus colegas descobriram que indivíduos que relatam estar “apaixonados” geralmente dizem que sua paixão é involuntária e incontrolável.
Para seu livro de 1979 “Love and Limerence” (Amor e Limerência, em tradução livre. Limerência é um estado cognitivo no qual a pessoa apaixonada sente uma necessidade muito grande de ser correspondida), a psicóloga Dorothy Tennov pediu a 400 homens e mulheres em Connecticut para responder a 200 declarações sobre o amor romântico. Muitos participantes expressaram sentimentos de impotência, dizendo que sua obsessão era irracional e involuntária. De acordo com Fisher, um executivo de negócios em seus 50 anos de idade escreveu isso sobre um flerte do escritório: “Estou avançando na tese de que essa atração por Emily é uma espécie de ação biológica, instintiva, que não está sob controle lógico ou voluntário … Isso me guia, eu tento desesperadamente argumentar, limitar sua influência, canalizá-lo (para o sexo, por exemplo), negá-lo, apreciá-lo e, sim, droga, fazê-la responder. Mesmo sabendo que Emily e eu não temos absolutamente nenhuma chance de construir uma vida juntos, o pensamento nela é uma obsessão”.

1 – “A chama se apagou”

Infelizmente, estar apaixonado geralmente não dura para sempre. É um estado impermanente que evolui para um relacionamento de longo prazo, co-dependente que os psicólogos chamam de “apego”, ou se dissipa, e a relação se dissolve. Se há barreiras físicas ou sociais que impedem os parceiros de se verem regularmente – por exemplo, se a relação é de longa distância – então a fase de “apaixonada” geralmente dura mais do que seria de outra forma. 

Fonte: http://hypescience.com/13-sinais-pessoas-apaixonadas/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29

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