terça-feira, 2 de maio de 2017

A mulher que come homens !

A novela Viver a Vida chegou ao fim sem desenvolver um de seus personagens mais instigantes: Alice, interpretada por Maria Luísa Mendonça. Claramente inspirada em Samantha, personagem de Kim Cattrall na série Sex and The City, Alice é a mulher loira, experiente, aparentemente bem resolvida, que come. Sim, ela come os homens.
Fissurada em sexo, aventuras e no desbravamentos da genitália masculina, Alice tem comportamento de homem em corpo de mulher, igualzinho ao de Samantha de Sex and The City. É a mulher-comedora. Não importa muito se o parceiro é casado, solteiro, ou se tem noiva ou namorada: "É só sexo", explica. Pode até haver uma ou duas repetições. Nada muito fixo. Tem alergia a compromisso. Não quer filhos. Quer aproveitar a vida ao máximo, e isso significa fazer muito sexo com muitos homens diferentes. A libido é alta e constante por décadas, suficiente para passar por cima até da menopausa.
A velhice dessas mulheres ainda não foi muito explorada pela teledramaturgia. Talvez o livro A Casa dos Budas Ditosos, de João Ubaldo Ribeiro, seja a ficção mais próxima – a protagonista sexagenária encerra a vida exatamente como a viveu: pagando por garotos de programa para dar-lhe prazer.
Sem dúvidas, passar a vida sem os dilemas femininos é uma construção pós-queima dos sutiãs. Olhando de fora, parecia mais fácil para a mulher assumir papéis sociais iguais aos dos homens do que encarar a vocação biológica ou, segundo os estóicos gregos, natural da fêmea: ser mãe, esposa, acolhedora, em busca de um macho para fecundar seu óvulo e proteger sua cria.

O arquétipo da mulher-comedora (elas são mesmo desencanadas?) 

É claro que o movimento feminista não trata de igualar a mulher ao homem, mas sim viabilizar-lhe escolhas. O que ocorre é que, hoje, o sofrimento da mulher conta outra história.
Falaram que ela podia ter carreira bem sucedida, voz ativa no lar, decidir os rumos da sua vida e aproveitá-la sexualmente. Racionalmente, tudo isso é possível, mas seu corpo ainda dá alertas para ir além e dar um jeito de ser mãe, esposa, acolhedora, saindo em busca de um macho para fecundar seu precioso óvulo e proteger sua cria.
Deu no que deu: vira e mexe, bares e boates estão cheios de mulheres se esforçando para serem Samanthas ou Alices. Bonitas, elas passam uma imagem de serem fortes, desencanadas, do tipo "vou pra cama, você me faz gozar (gozo fácil, ok?) e vou embora numa boa, sem a menor questão de ficar com seu número de telefone".
Por trás da maioria dessas mulheres, existe realmente a mulher em si. Diferente do arquétipo construído em cima das conquistas femininas, a mulher está longe de ser ou querer ser essa criatura desencanada vista na TV e na publicidade. O motivo para não sê-lo é muito anterior à cultura: faz parte da própria formação da psique feminina.
A formação do corpo sexual da mulher

Segundo Sigmund Freud (Totem e Tabu, 1913) e Anthony Giddens (A Transformação da Sexualidade, 2004), a formação do corpo sexual da mulher e do homem ocorre de formas diferentes.
O homem tem o pênis. Quando criança, descobre que tem um falo e, na primeira vez que vê sua mãe ou uma menina pelada, sofre um choque: parece que o outro ser está aleijado, capado, podendo ser, muitas vezes, até mesmo subjugado pelo menino. A concentração da cisma masculina no falo tende a ficar ainda maior. Órgão sexual exógeno, passa a ser tocado e, ainda criança, o homem percebe que o falo é a sua grande fonte de prazer. Sua psique passa a querer explorar aquilo que a mulher não tem e, na grande fantasia masculina, dar a ela seu pênis é poder ser o super-homem que aplicará prazer àquele ser inferior.
Com a mulher, ocorre de forma diferente. A menina, na infância, também entende que não tem algo que o homem tem. E, como seu órgão sexual é interno e seu clitóris ainda está menos desenvolvido, constrói sua sexualidade de outra forma. Enquanto o homem mantém a concentração no falo e cresce achando que o pênis é a grande fonte de prazer, a mulher forma zonas erógenas diluídas por todo o corpo, como por exemplo nos seios, nas virilhas ou no pescoço. Simplesmente porque, na infância, sublimou a canalização da libido para o falo que não possuía.
Giddens nos lembra que a sensação de poder que o falo provoca no homem deixa suas fantasias sexuais muito simplistas. Repare em quadrinhos eróticos e nas pornografias direcionadas ao público masculino: sempre retratam a mulher pirando no pênis, delirando pela genitália do parceiro. Junte isso à construção do arquétipo da mulher comedora e – pronto! – está inventada a mentira sexual pós-moderna.
Pode chegar a ser frustrante para o homem entender que sua parceira está mais preocupada com o jeito que ele a toca e a faz ter um orgasmo do que com seu pênis em si. Não que o pênis não seja uma fonte de prazer. Mas, definitiva e geralmente, para a mulher, ele não pode ser a única se ela quiser ter um orgasmo. É por isso que elas gostam tanto das tais preliminares.

Homem com homem, mulher com mulher

Avançando no tempo, talvez Freud não tivesse tido como comprovar o que, certamente, Giddens e todos nós já presenciamos. Se você tem casais de amigos gays ou lésbicas, repare em duas coisas.
Nos gays, na tensão sexual constante que existe entre os dois, manifestada em brincadeiras de dar soquinhos, de falar besteira e de, inclusive, comentar sobre o pênis de outros homens. Eles estão sendo o que sempre foram: homens, com psique tipicamente masculina, de seres sexualmente vorazes. Nos casais de mulheres, a situação também remete à infância: repare no carinho que uma tem pela outra, na duração das relações (que tendem a ser mais longas) e no cuidado que existe entre as duas. Elas estão sendo 100% o que nasceram para ser: mulheres.
A moral da história é que até existe sim essa mulher tipo homem, que está mais focada no prazer concentrado no clitóris do que nas preliminares, que valoriza mais o trabalho, a vida social e a rotatividade de homens em sua cama do que o envolvimento afetivo, e que quer ampliar ao máximo a lista de caras com quem já esteve.
Ela pode sim estar por trás daquela loira linda que está aos berros na pista, bebendo, sacudindo o cabelo, rindo alto e despreocupada com o futuro a médio prazo. Ou pode ser somente uma ferramenta dela para atrair os homens, que vão pensar "Essa aí é desencanada" para, depois, ela dar o bote com seu objetivo natural e final.

Paquera no aeroporto

Depois dessa breve desmitificação do arquétipo da mulher-comedora, em minha última viagem ao Rio, encontro um camarada celebridade em Congonhas. Dentro do ônibus que leva passageiros para a aeronave na pista, eu avisava um outro amigo por telefone que tive de correr para o embarcar. Enquanto isso, o outro trocava ideia com uma mulher loira e linda.
Descemos. A loira deu tchau para ele porque embarcaria pela parte de trás do avião. Nós subíamos lentamente a escada da frente. Ele, digitando no celular, vira pra mim e fala: "Putz, a mulher chegou em mim, me passou o telefone... Estou aqui anotando e agora não lembro o nome dela... Como é que eu vou ligar?! Fail!".

Fonte: https://papodehomem.com.br/a-mulher-que-come-homens/

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

13 sinais científicos de que você está apaixonado !

Não consegue tirar aquela garota ou aquele cara da sua cabeça? Está sonhando acordado com a pessoa quando você deveria na verdade estar trabalhando ou fazendo alguma outra tarefa que parece não ter mais sentido? Não para de imaginar o seu futuro com aquela outra pessoa? Já planejou onde vocês vão morar, quantos filhos vão ter, para onde vão viajar nas férias e o nome dos dois cachorros que vocês vão ter? Talvez você ainda não tenha certeza, mas esses pensamentos vertiginosos podem ser sinais de amor.
Na verdade, os cientistas já apontaram exatamente o que significa “apaixonar-se”, e é algo bastante específico. Os pesquisadores descobriram que um cérebro apaixonado é muito diferente, por exemplo, de um que está experimentando apenas desejo sexual, e também é diferente de um cérebro de alguém em um relacionamento de longo prazo, comprometido há muito mais tempo. Estudos conduzidos por Helen Fisher, antropóloga da Universidade Rutgers, nos EUA, e uma das principais especialistas nas bases biológicas do amor, revelaram que a fase “apaixonada” do cérebro é um período de tempo único e bem definido, e há 13 sinais indicadores de que você está nele.

13 – “Este aqui é especial”

Quando você está apaixonado, você começa a pensar que a pessoa amada é única. A crença é acoplada com uma inabilidade de sentir a paixão romântica por qualquer outra pessoa. Fisher e seus colegas acreditam que essa obstinação resulta de níveis elevados de dopamina central – um químico envolvido na atenção e no foco – em seu cérebro.

12 – “Ela é perfeita!”

As pessoas que estão verdadeiramente apaixonadas tendem a se concentrar nas qualidades positivas da pessoa amada, enquanto negligenciam seus traços negativos e seus defeitos. Pessoas apaixonadas também se concentram em eventos triviais e objetos que as lembram de seu ente querido, sonhando com esses preciosos pequenos momentos e lembranças. Acredita-se que esta atenção focada também resulta de níveis elevados de dopamina central, bem como um pico de norepinefrina central, um produto químico associado com o aumento da memória na presença de novos estímulos.

11 – “Eu estou uma bagunça emocional!”

Como é bem sabido, apaixonar-se muitas vezes leva a uma instabilidade emocional e fisiológica nas pessoas. Você alterna entre alegria, euforia, aumento da energia, insônia, perda de apetite, tremores, coração acelerado e respiração acelerada, bem como ansiedade, pânico e sentimentos de desespero quando seu relacionamento sofre até o menor revés. Essas mudanças de humor são paralelas ao comportamento dos toxicodependentes. E, de fato, quando as pessoas apaixonadas visualizam fotos de seus entes queridos, têm as mesmas regiões do cérebro ativadas que um viciado em drogas quando toma uma dose. Estar apaixonado, dizem os pesquisadores, é uma forma de dependência.

10 – “A adversidade tornou-nos mais próximos”

Passar por algum tipo de adversidade com outra pessoa tende a intensificar a atração romântica. A dopamina central pode ser responsável por esta reação, também, porque as pesquisas mostram que quando uma recompensa é atrasada, os neurônios na região do meio do cérebro que produzem dopamina tornam-se mais produtivos.

9 – “Estou obcecado por ele”

As pessoas que estão apaixonadas relatam que gastam, em média, mais de 85% de suas horas acordadas pensando sobre seu “objeto de amor”, de acordo com Fisher. O pensamento intrusivo, como esta forma de comportamento obsessivo é chamada, pode ser resultado da diminuição dos níveis de serotonina central no cérebro, uma condição que já sido associada com o comportamento obsessivo anteriormente.

8 – “Eu queria que pudéssemos estar juntos o tempo todo”

As pessoas apaixonadas regularmente exibem sinais de dependência emocional em seu relacionamento, incluindo possessividade, ciúme, medo de rejeição e ansiedade pela possibilidade de separação. Por exemplo, Fisher e seus colegas observaram os cérebros de indivíduos que visualizavam fotos de um ser amado rejeitado, ou alguém com quem ainda estavam apaixonados depois de terem sido rejeitados por aquela pessoa. A ressonância magnética funcional (fMRI) mostrou ativação em várias áreas cerebrais, incluindo áreas do prosencéfalo, como o giro cingulado, que já demonstraram desempenhar um papel nos desejos de cocaína. “A ativação de áreas envolvidas na dependência de cocaína pode ajudar a explicar os comportamentos obsessivos associados à rejeição no amor”, escreveram os pesquisadores em 2010 no Journal of Neurophysiology.

7 – “Espero que fiquemos juntos para sempre”

Pessoas apaixonadas também anseiam pela união emocional com a pessoa amada, procurando maneiras de se aproximar e sonhar com seu futuro juntos. Outra especialista em amor, Lucy Brown, neurocientista da Faculdade de Medicina Albert Einstein, em Nova York, diz que esse desejo de estar com outra pessoa é algo como o nosso impulso para conseguir água e outras coisas que precisamos para sobreviver.
“Estudos funcionais de ressonância magnética mostram que os sistemas neurais primitivos subjacentes ao impulso, reconhecimento de recompensa e euforia são ativos em quase todos nós quando olhamos para o rosto de pessoas amadas e temos pensamentos amorosos. Isso coloca o amor romântico na companhia de sistemas de sobrevivência, como quando nós estamos com fome ou com sede”, disse Brown ao site Live Science em 2011.”Eu penso no amor romântico como parte da estratégia de reprodução humana. Ele nos ajuda a formar laços, que nos ajudam a sobreviver. Fomos construídos para experimentar a magia do amor e para sermos conduzidos para o outro”.

6 – “Eu faria qualquer coisa por ela”

As pessoas que estão apaixonadas geralmente sentem um poderoso sentimento de empatia em relação à pessoa amada, sentindo a dor da outra pessoa como sua e estando dispostos a sacrificar qualquer coisa pela outra pessoa.

5 – “Será que ele gostaria dessa roupa?”

Apaixonar-se é um processo marcado por uma tendência de reordenar as suas prioridades diárias e / ou mudar suas roupas, maneirismos, hábitos ou valores para que eles melhor se alinhem com os da pessoa amada.
Ainda assim, ser você mesmo pode ser sua melhor aposta: em outro dos estudos de Fisher, apresentado em 2013, ela descobriu que as pessoas são atraídas por seus opostos – pelo menos seus opostos “cérebro-químicos”. Por exemplo, sua pesquisa descobriu que as pessoas com personalidades denominadas testosterona-dominante (altamente analíticas, competitivas e emocionalmente contidas) foram muitas vezes atraídas para companheiros com personalidades ligadas a altos níveis de estrogênio e oxitocina – estes indivíduos tendiam a ser “empáticos, confiantes, sociáveis e introspectivos, buscando significado e identidade”, disse Fisher em 2013.

4- “Podemos ser exclusivos?”

Aqueles que estão profundamente apaixonados normalmente experimentam desejo sexual pela pessoa amada, mas há fortes fatores emocionais envolvidos: o desejo de sexo é acoplado com possessividade, um desejo de exclusividade sexual e extremo ciúme quando o parceiro é suspeito de infidelidade. Acredita-se que esta possessividade tenha evoluído de modo que uma pessoa apaixonada obrigue seu parceiro a desprezar outros pretendentes, garantindo assim que o envolvimento do casal não seja interrompido até que a concepção dos filhos tenha ocorrido, garantindo assim a reprodução da espécie.

3 – “Não é sobre sexo”

Enquanto o desejo de união sexual é importante para as pessoas apaixonadas, o desejo de união emocional tem precedência. Um estudo descobriu que 64% das pessoas apaixonadas (a mesma porcentagem para ambos os sexos) discordavam da afirmação: “O sexo é a parte mais importante do meu relacionamento com meu parceiro”.

2 – “Sinto-me fora de controle”

Fisher e seus colegas descobriram que indivíduos que relatam estar “apaixonados” geralmente dizem que sua paixão é involuntária e incontrolável.
Para seu livro de 1979 “Love and Limerence” (Amor e Limerência, em tradução livre. Limerência é um estado cognitivo no qual a pessoa apaixonada sente uma necessidade muito grande de ser correspondida), a psicóloga Dorothy Tennov pediu a 400 homens e mulheres em Connecticut para responder a 200 declarações sobre o amor romântico. Muitos participantes expressaram sentimentos de impotência, dizendo que sua obsessão era irracional e involuntária. De acordo com Fisher, um executivo de negócios em seus 50 anos de idade escreveu isso sobre um flerte do escritório: “Estou avançando na tese de que essa atração por Emily é uma espécie de ação biológica, instintiva, que não está sob controle lógico ou voluntário … Isso me guia, eu tento desesperadamente argumentar, limitar sua influência, canalizá-lo (para o sexo, por exemplo), negá-lo, apreciá-lo e, sim, droga, fazê-la responder. Mesmo sabendo que Emily e eu não temos absolutamente nenhuma chance de construir uma vida juntos, o pensamento nela é uma obsessão”.

1 – “A chama se apagou”

Infelizmente, estar apaixonado geralmente não dura para sempre. É um estado impermanente que evolui para um relacionamento de longo prazo, co-dependente que os psicólogos chamam de “apego”, ou se dissipa, e a relação se dissolve. Se há barreiras físicas ou sociais que impedem os parceiros de se verem regularmente – por exemplo, se a relação é de longa distância – então a fase de “apaixonada” geralmente dura mais do que seria de outra forma. 

Fonte: http://hypescience.com/13-sinais-pessoas-apaixonadas/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Abordagens sexuais fora do corpo !

Uma experiência bastante freqüente entre projetores astrais é o encontro com entidades atraentes com nítidas intenções sexuais.
Nada impede que duas pessoas se encontrem fora do corpo e que haja uma troca energética benéfica e aprazível para ambos, mas neste texto estou tratando de um evento diferente e que consiste numa troca desigual.O mundo astral é de uma plasmabilidade estonteante. Um espírito que domine as técnicas de plasmagem pode se apresentar como um lindo homem ou uma bela mulher para atrair um projetor (a) incauto (a) para um contato "sexual".
Analisando friamente, o sexo é uma capacidade inerente ao corpo físico. A atividade sexual fora do corpo só pode visar a uma troca energética entre as entidades.
Nos planos sutis existe uma carência objetiva de energia anímica (energia etérica). Para determinadas atividades astrais, a energia anímica é muito necessária, para coisas positivas como o atendimento a doentes e ajuda no processo desencarnatório, por exemplo. Porém, como tudo na vida, tem um lado bom e um ruim, e no campo das viagens astrais as coisas não são diferentes. A energia anímica absorvida pelas entidades desencarnadas pode ser utilizada para a execução de atos bons ou ruins, entre os ruins poderia citar a prática de atos mágicos negativos.
Magos negros se valem de entidades astrais de baixa vibração para funcionarem como antenas na captação de energias anímicas disponíveis. Uma das formas mais comuns de obtenção de energia anímica no plano astral é pelo assédio sexual.
Entidades desencarnadas em busca de energia anímica plasmam corpos e situações libidinosas que funcionam como isca, induzindo o projetor ao desejo sexual. O contato do projetor com uma destas entidades funciona como uma drenagem de energia em mão única. O projetor é sempre o doado, e a entidade desencarnada, sempre a receptora. Trata-se de um verdadeiro quadro de vampirismo.
Não deve o projetor imaginar que esta "drenagem" de energias possa causar-lhe algum dano. Isto não acontece. Temos os nossos corpos físicos que, através da respiração e da alimentação, repõem todas as energias perdidas. O maior problema acontece nos aspectos psicológicos. Alguns projetores desenvolvem relações simbióticas com estas entidades podendo caracterizar verdadeiras obsessões.
É muito complicado dizer o que fazer para evitar uma abordagem sexual extracorpórea. Em princípio, a chave estaria em ter uma sexualidade bem resolvida no plano físico. Assim seria evitado que uma pulsão sexual fosse mantida e levada para o plano astral. Essa é para mim a forma mais segura de evitar o assédio sexual extrafísico.

Certamente não é tudo, mas é um bom caminho.

Mas suponhamos que por razões diversas uma pessoa não tenha tido a possibilidade de realizar-se sexualmente e, durante o sono, projetar-se fora do corpo carregada de desejos sexuais. Ela certamente estará sinalizando no plano astral que está disponível para "encontros" com motivação sexual. Para este projetor, o melhor a fazer é manter-se plenamente consciente, não permitindo encontros de baixo nível. Quando se está bastante consciente isso fica muito claro para quem se projeta.

Finalmente, para a maior parte da população "projetante" vale um conselho:

- Sexo fora do corpo? Na dúvida, evite. Existem muitas formas mais seguras e até mesmo mais prazerosas de trocar energias fora do corpo.

Nota de Wagner Borges:

Luiz Otávio Zahar é um grande amigo do Rio de Janeiro e um dos maiores pesquisadores das experiências fora do corpo do país. É médico há 23 anos, com especialização em Medicina do trabalho, Homeopatia, Acupuntura e Urologia. Mestrando em saúde ocupacional. Formação em Hipnologia médica e PNL. Nos anos 70 e 80 praticou hatha e raja yoga, além de fazer o curso de Meditação Transcendental®. Criou, em 1999, a lista de discussão pela internet VIAGEM ASTRAL (http://br.groups.yahoo.com/group/viagemastral/), que conta atualmente com cerca 800 membros.
Teve sua primeira projeção espontânea aos 15 anos, e desde então vem estudando e pesquisando as experiências fora do corpo. É colunista da revista on line do site do IPPB. Mantêm um excelente blog sobre as experiências fora do corpo na internet: http://obe1.blogspot.com/ - e mais um site: http://hps.infolink.com.br/lzahar/obe/

Fonte: https://www.ippb.org.br/textos/revista-online/luiz-otavio-zahar/abordagens-sexuais-fora-do-corpo

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Prisioneiro mais sexy do mundo exibe vida de luxo !

Jeremy Meeks tornou-se fenómeno da Internet em 2014, quando a fotografia da sua detenção foi publicada pelas autoridades norte-americanas. Três anos depois, Meeks tornou-se modelo e exibe no Instagram os frutos do seu trabalho.
A história de sucesso de Jeremy Meeks começou da pior e mais inesperada forma. Foi detido em 2014 e condenado, em 2015, a 27 meses de prisão por posse ilegal de arma. Mas a imagem deste preso, que a polícia qualificava como um dos mais perigosos de Stockton, na Califórnia, foi o seu passaporte para a fama.
Quando a polícia publicou no Facebook a fotografia deste detido, milhares de pessoas ficaram cativadas pelos seus olhos azuis e pele morena, transformando-o numa sensação da Internet.
Ainda na prisão, Meeks conseguiu um contrato com a agência de modelos White Cross e, desde que saiu da cadeia em março de 2016, tem trabalhado em várias produções de moda.
No Instagram, o antigo membro de um perigoso gangue tem mostrado aos fãs - tem 650 mil naquela rede social - a sua nova vida enquanto pai de família com sucesso. São várias as imagens com a mulher e os três filhos, mas também com vários indícios de uma vida de luxo nascida a partir de uma detenção.
Numa das imagens, Meeks exibe-se ao lado de um Maserati e em frente a uma mansão com a legenda "É bom estar em casa". Numa outra, Jeremy Meeks está de braços abertos em frente à sua casa, numa foto com a legenda "Deus é bom".
Nos comentários, há várias mensagens de ódio ao recém-obtido luxo do modelo, mas várias pessoas que louvam a volta de 180 graus que deu à sua vida.

Fonte: http://www.jn.pt/pessoas/interior/prisioneiro-mais-sexy-do-mundo-exibe-vida-de-luxo-5583814.html

sábado, 31 de dezembro de 2016

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